Branca descobriu na bebida um amigo e no cigarro um aliado. Suas noites à caça de alguém que a usasse ficavam cada vez mais longas, geralmente regadas a um litro de vodca gelada, que a deixava mais desinibida, e a uma carteira de cigarros, que, a cada tragada, a fazia relaxar e ter a certeza de que estava fazendo a coisa certa. Era sexta-feira, não chovia, e ela decidiu sair de casa. Ver gente.
Foi ao Engarrafamento, pois ouvira falar que o ambiente era bom e tinha gente divertida. Chegou lá e não viu ninguém que despertasse sua libido. Dirigiu-se ao balcão, puxou uma cadeira alta, espalhou na sua frente um celular LG Prada, duas carteiras de Camel, uma lacrada e uma com dois cigarros a menos, e um isqueiro Zippo de ouro, com as iniciais PP cravejadas de diamantes – um dos únicos dez que foram feitos por Pietro Palozzo, que lhe enviou como presente –, nessas iniciais ela via Patrícia Puta, não o nome do artista.
Pediu um litro de Absolut Vodca, acendeu um cigarro, e começou a beber de costas para o salão. Eram nove da noite, o bar ainda não estava cheio e tinha pouco barulho. Mas não importava. Ela assistia ao DVD da Madonna que passava na TV de plasma, sem som.
O burburinho no bar ia aumentando, a embriagues também. Uma hora depois o lugar já estava lotado, com gente esbarrando em suas costas a cada minuto. Ela gostava desse incômodo, relacionava isso aos movimentos que seu irmão fazia quando a comia. Faltando cerca de quatro doses para acabar seu litro, Branca pulou da cadeira com um cigarro numa mão e o copo na outra, e começou a dançar ao som de Man! I Feel Like a Woman! de Shania Twain. Seu vestido era vermelho de costas nuas. Curto e colado ao corpo, com um decote que quase mostrava o piercing no seu umbigo, chamando a atenção de todos, que a notaram somente naquele momento. A despeito do seu corpaço, fazia movimentos suaves. Cada rebolado que ela dava era um queixo que caía.
Acabou a música, acabou o show. Alguns aplaudiram, assobiaram e outros levaram tapas das namoradas. Branca sorriu, com uma cara de satisfação, pagou sua conta, pegou a garrafa com um resto de bebida e voltou pra casa.
Chegou feliz, desequilibrada e derrubou um abajur que ficava ao lado da porta, numa mesinha. Tirou os sapatos e foi direto para o computador. Viu que mais gente a tinha adicionado no Orkut. Ela riu alto. Pegou seu vibrador e um consolo de 25cm, sua câmera digital Canon S5IS e foi pra cama.
Deitada na cama, ouvindo o barulho mínimo que seu ar-condicionado split fazia, abriu as pernas e começou a se tocar, por cima do vestido e da calcinha mínima que usava, que já estava molhada pelo erotismo da dança. Branca começou a tocar seus seios e a tirar fotos. Suas unhas compridas faziam cócegas quando passava por dentro das coxas.
Continua…?
Tirando o detalhe de “Man, I feel like a woman” (iu!), o resto tá muito, muito, muito bom e PRECISA continuar! Não é por nada não, mas acho que tem muito homem com ódio de você! hahahaha
Beijos,
Ju.
Que putaria é essa!
Mais respeito, meu filho!
acho q conheço uma patty!
como sempre está otimo! espero ver as novas publicações logo!
Zehhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Avante meu filho!
Éééééé rapaz…
Bem que tu disse mesmo que tava pegando pesado com a Patrícia….rs
Fico como imaginando como ela vai acabar, coitada…
Dá um final feliz pra ela, por gentileza?
ahuahuaha
Beijão!
Fica na paz!
http://tobecontinueed.wordpress.com
Até agora, minha parte favorita! Paty deixou de ser paty, e encarou outra vida, deixando se levar por ela. Erotismo? Não. Pitadas de sensualidade…